quinta-feira, dezembro 01, 2005

Natural Grave


Bem, aqui vai um poema que merece ser celebrado pois foi o primeiro que eu escrevi de dia, forçando a minha teoria que a nossa alma não vive sem a calma da noite nem sem a energética luz do dia (embora hoje não seja o dia mais apropriado para a demonstrar mas paciência). De qualquer maneira, não foi dos que me correu melhor mas também podia ter corrido pior :D. Assim,aqui vai:





Nature's manifest in unnatural darkness
Her heart seemed pure,her soul seemed brave
But soon to be hunted down by the soulless
Now resting in a natural grave

Once a swordless knight thirsty for battles
Now she carries no sword nor soul
Now just an empty armor that rattles
In tune with each demonic ghoul

Once a tree of life in the wastelands
Feeding wandering pure souls
Now a dead tree feeding thousands
Of soulless creatures and demonic ghouls

Now resting in the strangest grave
Which emanates the deepest energy
The same energy I crave
Born from Nature's deepest mystery

Nature decided to bury you there
So my soul could draw your energy
Sometime's Nature's law is not fair
And sacrifices sources of purity

Again i visit your natural grave
Never tired of the trip
As the path of memories fills my soul with energy

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

oi!
bem, realmente n axo k seja dos teus melhores poemas! mas msm assim tá bom!
como ja era de esperar, tem o msm tema dos outros, mas tá diferente... continua a ser á António mas n é bem como os outros... pelo menos eu axei... mas tb n te sei dizer em kê! só sei k me deu essa sensação...
mas tá fixe!
fica bem!

7:08 p.m., dezembro 02, 2005  
Blogger lifebringer said...

Pois,comigo foi exactamente o mesmo. Sinto que não saíu tão bem mas não sei bem explicar porquê.Sei bem é o que é que me está a fazer falta.Amarante.

1:02 a.m., dezembro 03, 2005  

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