Lifestream

É verdade, ca estou eu vindo da grandiosa terra de Amarante (ou das grandiosas zonas florestais que a rodeiam). Trouxe 3 "produtos literários" de lá mas dentro desses 3 um deles é especial e é esse que vos vou trazer primeiro, até porque esse tem uma coisa muito especial (tem muitas até), o facto de, segundo o que eu considero, não ter sido feito por mim, mas por todas as entidades que me rodearam naqueles precisos momentos, aliás, o poema é precisamente essa união projectada para o papel. Foram grandes momentos mesmo, eu procurava um verso, o vento trazia-mo, tentava produzir outro e a paisagem transmitia-mo dirctamente ao espírito, foram momentos únicos que eu gostava de ter oportunidade de repetir mais vezes. Esse foi também o último dos 3 poemas que escrevi lá, escrevi-o hoje de manhã, e (como já disse) foi também pra mim o melhor. Se tudo correr como planeado, amanhã e depois vou deixar aqui os outros dois (por ordem decrescente de qualidade na minha opinião). Quanto à imagem, desta vez não tem a ver com o título do poema ou com o poema em si, mas foi uma maneira de eu me "exprimir por foto", acho que representa bem o que me ía por dentro na altura (e o poema também) e foi tirada logo a seguir a eu ter acabado o poema e no sitio onde o escrevi(ainda com o bloco e a caneta na mão, que faz parte da expressividade que quis dar à foto também). A propósito, o título "Lifestream" tem inevitavelmente influências da mesma expressão usada no Final Fantasy VII mas foi exactamente a analogia mais adequada para exprimir aquilo que quis representar no poema. E pra quem não conhecer o sentido do termo original, dá pra perceber muito bem na mesma. Mas quebre-se o suspense e aqui vai:
Feel the empathy around
With the trees and the elements
And let your soul be bound
With each one of their spirits
Every creature, plant or stone
Tells you a story, a dream
Just like in every single bone
Where you can feel the lifestream
Look beyond the leaves
Listen to the wind
And deep into the woods
Your spirit you shall send
Your body shows the life rivers in it
If someone cuts it with a knife
But only deep within the spirit
You find the real rivers of life
That same life within your soul
Flows in every single being
The one from the body is the tool
To keep the one in your soul living
Feel the spirit of the Nature
Let it inside your own
And then if your soul is pure
In darkness you will never drown


2 Comments:
olha o mário soares! looool
tá muito bonito este poema! nota-se msm k foi feito nesse sítio mítico k é Amarante! nota-se a tua união com a natureza nesse momento em k o escreveste! mas msm assim n deixaste de focar o tema k ao fim de contas tem sido o mote para todo este blog desde o incio! mas ficou bonita a combinação entre esses dois sentimentos! o k já era de esperar vindo de ti!
tb n é preciso dizer k está muito bem estruturado e bemescrito pk isso tb já é uma constante nos teus poemas!
continua assim!
fica bem!
Só um pequeno pormenor, esta imagem não é a do Mário Soares mas outra muito parecida (mas que achei melhor), coitado do homem, tu realmente não conseguiste ver o espírito dele, também não tenho pena dele, a fazer campanha nas minhas fotos se isso tem algum jeito. Obrigado pela tua opinião, e quanto a juntar esses dois temas, realmente tens toda a razão quando dizes que o segundo está muito "aqui dentro", mas de uma certa maneira também dava para senti-lo no ambiente que me rodeava, mas no fundo é mesmo assim que as coisas funcionam, temos de as ter ca dentro para reparar nelas lá fora (daí aquelas pessoas vazias também serem "cegas"). Em princípio hoje trago aqui mais outro desses 3 poemas (vou tentar fazer isso em vez de jogar Guild Wars, hoje em inglês quando falamos em "dye" lembrei-me de "Black Dye" e fiquei com saudades).
Enviar um comentário
<< Home