Trials of the spirit

Conforme prometido, trago aqui o último (ou o primeiro, pela ordem em que foram feitos) poema feito este fim de semana em Amarante. Eu costumo dizer que a evolução de uma pessoa é como passar de um continente para outro muito mais agradável pra nós, mas a ponte entre esses dois continentes está coberta de espinhos. Bem, este poema é uma mensagem para aqueles que não alcançam esses continentes com medo dos espinhos. Para aqueles que não libertam ou não seguem o próprio espírito com medo da opinião alheia (e lembro que se não seguirmos o nosso espírito nunca os nossos amigos serão os amigos do nosso espírito porque não é essa entidade que eles conhecem mas outra, devemos seguir o nosso espírito na totalidade, só assim viveremos a realidade e só assim as pessoas poderão realmente ser verdadeiras connosco), e já agora a opinião alheia é algo que não conta absolutamente para nada, porque se alguém nos julgar mal pelas nossas atitudes é só mais uma prova que essa pessoa não é compatível connosco, porque lembrem-se que enquanto não prejudicarmos ninguém, ninguém tem o direito de criticar a nossa atitude por menos que se identifique com ela, mas continuando, é também para aqueles que têm medo de alcançar um objectivo porque sabem que podem ou que vão sofrer pelo caminho, este poema é uma mensagem para todos esses (baseada na minha própria história, de alguém que já percorreu a ponte de espinhos e já alcançou o continente do outro lado e que muito agradece por isso). Quanto à imagem, é novamente deste fim de semana em Amarante mas também tem a ver com o poema de uma certa maneira, principalmente pela barreira de nevoeiro que separa a floresta das montanhas que estão no horizonte. Mas o testamento já vai longo e aqui vai o poema:
There is no moon without night
Still we can see it getting bright
And when the moon takes over
Night's demons lose their cover
Our destiny walks a foggy path
Our spirit walks a moonlit path
And if we're afraid of the darkness
Our spirit falls into nothingness
Darkness, cold, pain
Three trials hard to sustain
But they open our spirit's door
To a life we've never lived before
I walked the path where spirits fell
The one that seems like endless hell
But got the best reward of all
A deeper spirit I can call
For all those who can gaze the light
Even if you can't sens it's might
Don't fear the path of painful darkness
Don't let your soul rot into nothingness


3 Comments:
oi!
antes de mais peço desculpa por n ter cá vindo mais cedo! mas sabes k tb o teste dakela disciplina horrenda impõe muitas limitações, né!
mas pronto, mais vale tarde do k nunca! e cá estou eu a comentar! =P
kuanto ao k dizes na primeira parte, sabes perfeitamente k concordo contigo em tudo! a verdadeira felicidade só se alcança através desse caminho! e agora com essas palavras todas fizeste msm lembrar a Grande "The Path"! é realmente necessario sofrer para se chegar a algum lado! ou no minimo lutar por isso! nada cai "do céu"! nós é k temos k lutar, ter força, sofrer e só depois receber a compensação! ng disse k a vida é fácil! antes pelo contrário!
kuanto ao poema, realmente n é um dos mais bem estruturados e isso k já vi por aki, mas realmente o tema é, para mim, um dos mais apelativos. visto k muita gente se eskece disso... msm muuuita gente... e como podem dizer k são felizes se nca conheceram a verdadeira felicidade nem o verdadeiro sofrimento!? depois claro, dizem k são a pessoa mais infeliz do mundo pk n havia as calças do tamanho delas na loja mais da moda do momento... enfim... shall they burn in hell? i think Devil wouldn't ever bother because of them... são tão insignificantes... deviam era serem keimadas junto com as coisas superfulas k veneram...
e pronto... é tudo!
despeço-me, mas nao sem antes dizer k a imagem tá linda! ;)
continua assim!
fica bem!
ai! N era "ever" mas sim "even" loool
sorry!
fica bem
Realmente tudo o que disseste está muito certo, realmente deviam ser queimadas junto com essas "modas e afins" delas, de preferência numa lixeira, porque são essas pessoas vazias que tornam o nosso mundo tão vazio. Claro que nesse caso têm de vir pessoas como nós dar aquele brilho à alma do mundo, mas é um "trabalho" que fazemos com gosto.
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