domingo, março 05, 2006

The Sweetest Poison


Bem, já há um tempo que não estava tanto tempo sem escrever nada mas agora regresso, com um tema bem diferente dos que tenho trazido ultimamente. Recentemente o passado veio ter comigo em forma, de variadas formas, e eu lembro-me muito bem daquilo que já passei por confiar demasiado no passado ou mais propriamente no regresso dele. Este último poema fala disso mesmo, embora até ao último verso da penúltima quadra não se saiba exactamente do que se trata. Numa visão geral, trata do passado e da influência que pode ter sobre nós, e da "batalha" para que não tenha em mim a mesma influência que já teve. Mais não quero dizer para não estragar o efeito :D. Quanto à imagem, não tem propriamente a ver com o poema em si, mas é antes um dos "fragmentos de passado" que chegou até mim recentemente, de quando eu há 2 anos estive na linda e inigualável cidade de Óbidos. Bem, passando ao poema em si então:






Again the glass stands in front of me
With the same liquid, silver and sweet
A part of me wants to turn around and flee
The other would sell my sanity for it

Again fate asks me to drink this glass of poison
When I drink it my soul floats into heaven
But when it spreads my heart falls into a prison
Stained with darkness and the blood of the fallen

Floating on the surface are the fragments of my past
Adding to the poison this mesmerizing scent
Filling the air with this pleasent mist
Spreading through my lungs and asking my will to faint

Few things can be so sweet as this poison when it's drunk
Filling our souls with the brightest rays of light
But as the silver liquid spreads, my soul is painfully sunk
And the poison burns me from inside with all it's might

As i'm staring at the glass I know i can't drink it again
Every tear that i drink will be cried by my soul
And all the hope it brings is fated to fade in vain
The poison becomes bitter as it grips me in it's spell

The poison swirls before my eyes, asking me to drink it
And asking me to bring it's painful taste to those around me
And as I wander in my life, I can't find a way to escape it
But it's silver and sweet liquid can cause angels to fall before me

It threatens the deepest spirits
Pressing hearts like a tight rope
Splitting our souls in fragments
The painful poison of false hope

Shall the spirit of the planet
Free me from this glowing poison
As only the rivers of life in it
Can pull a soul out of such prison

4 Comments:

Anonymous Anónimo said...

oiixxx
o blog esta fixe!!
apesar de n perceber a 100% o k diz o poema, pk digamos k o meu nivel de ingles n é mto bom...., por o pouco k perçebo esta fixe!!
a imagem tb esta artistica!!
continua assim!
:D

8:37 p.m., março 05, 2006  
Blogger lifebringer said...

Quanto ao inglês, eu compreendo, tu és de francês, eu se fosse ler francês saía-me pior do que tu a ler inglês :D. Quanto à imagem, acho que tens de agradecer é ao Pedro, acho que foi ele que tirou a foto (mas como já foi há 2 anos não tenho bem a certeza :D), sei que eu não fui porque apareço lá. Obrigado pelo comentário.

10:38 p.m., março 05, 2006  
Anonymous Anónimo said...

oi!
depois de tanto tempo cá tou eu a comentar! lol mais vale tarde do k nunca! é bem verdade!
tou a ver k realmente esses fragmentos do passado k te chegaram recentemente ás mãos têm-te marcado! é normal... percebe-se! afinal de contas faz parte da tua vida! e como eu costumo dizer, n devemos ignorar uma coisa k se passou connosco só pk é mau, pelo contrário! lá por ser mau n ker dizer k n faça parte da nossa vida e k n nos tenha marcado! e normalmente até é o k nos marca mais! á primeira vista pode até ser uma coisa negativa mas há sempre a possibilidade de se "espremer" algo de positivo de klk dessas situaçoes! e axo k até é disso k falas principalmente no poema (pelo menos no inicio)... msm pelo titulo vê-se essa certa dualidade de "lições" k se pode tirar dessas exepriencias.
mas realmente este poema está diferente do habitual! mas gostei muito! até pk, em ultima análise, tb tem muito a ver comigo e com a minha situaçao neste momento...
kuanto á imagem, já é minha conhecida! por acaso, como já te disse, tenho uma vaga ideia dessa cidade mas contigo a falar tão bem dela e dakilo k tenho visto ultimamente, tipo as fotos e isso k mandas, veio assim uma grande vontade de ir lá! parece ser excelente msm! só tenho pena de kuando fui lá n ligar a nada! tb já foi há algum tempo e foi só msm uma passagem rápida... mas o castelo parece ser excelente! ;)
bem! tou a ver k hoje vais bater o teu recorde de comentários (ou pelo menos desde há um bom tempo já!) é tipo eu ontem! tb bati o recorde! lol com batota! i know! =P
bem, já me alonguei no comentário!
mas claro, como n podia de ser, n posso sair sem antes te agradecer, mais uma vez, o k tens feito por mim e a ajuda k tens dado! a sério k és dos poucos assim!
bem! tou no ir!
continua assim!
fica bem!

11:14 p.m., março 07, 2006  
Blogger lifebringer said...

Sabes que não precisas de agradecer, se há coisa que eu adoro é ver as almas à minha volta no melhor estado possível e sabes que tenho todo o gosto em dar qualquer contributo que seja possível nesse aspecto. Quanto a ires a Óbidos, realmente acho que havias de gostar, mas também sabes e eu já te disse muitas vezes que há mais sitios aqui mais perto que não te fariam menos bem :D. E também tens razão, também se aplica muito à tua situação, e aconselhava-te também a não deixar que o veneno da falsa esperança te entranhasse muito nas veias, a saúde da tua alma está acima de qualquer "e se", acho que em muita coisa vais precisar dessa mensagem em breve. Mesmo assim, se por acaso acabares por beber o veneno da falsa esperança (o que é sempre muito difícil de resistir apesar de tudo) e ele calhar de se te entranhar nas veias, obviamente que tens à tua volta pessoas como eu a quem podes recorrer sempre para "amparar a queda". E mais uma vez, obrigado pelo comentário, e sim, deve ser recorde :D.

12:52 a.m., março 08, 2006  

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