terça-feira, junho 06, 2006

Oath of Protection


Bem, quanto a este poema, o que posso dizer é que (infelizmente) é muito frequente neste mundo as almas mais puras estarem sob risco , e bem, nesta altura consigo de uma certa maneira observar essa ameaça a abater-se sobre almas que não merecem o sofrimento que muitas vezes o ser humano, mesmo que às vezes inconscientemente, traz a este mundo. Este poema fala sobretudo sobre isso e sobre a minha posição sobre o assunto, não vou deixar que sofrimento seja causado dessa maneira sem que tenha feito todos os possíveis para impedir semelhantes acontecimentos. Obviamente, há também presença de menções à Natureza (incluíndo apelos directos) pois é Ela que me guia e se tento transmitir todas estas mensagens, é porque Ela possibilitou que essas mensagens existissem, e acima de tudo, possibilitou que, através da alma, as pudéssemos acolher dentro de nós.

Agora um pequeno aparte. Justamente hoje (dia 06/06/06), anda tudo numa "algazarra supersticiosa", porque "ai é o dia dos demónios", "ai vem aí o Diabo, escondam-se debaixo das mesas", entre semelhantes fenómenos. Mas perante isto tudo, surge uma pergunta:
- Quem são na verdade os "demónios" deste mundo?
Bem, eu digo que é o ser humano. Não são "diabinhos de tridente" que andam a destruir este mundo a pouco e pouco, a trocar a beleza única que a Natureza milagrosamente nos proporcionou por colossos cinzentos que alimentam lucros inúteis, não são "bestas de cauda e cornos" que andam a destruir um mundo tão maravilhoso e que durante eras permaneceu intacto sem sofrer quaiser danos. Não, é precisamente o ser humano! Acho que os "demónios" deste mundo não são mais que o ser humano de hoje, aquele que se perdeu do caminho da Natureza e visa insignificâncias quantitativas e lucros inúteis, sem a capacidade de sentir, de viver. Acho que devíamos todos reflectir nisso. O demónio anda realmente cada vez mais entre nós, mas talvez não na forma como o "pintamos", mas uma coisa é certa, se não for parado, vai realmente levar-nos a todos à ruína e mais abaixo.
Para terminar, é de salientar que a imagem é obviamente uma montagem, não só as asas e a espada mas mesmo eu, eu (infelizmente) nunca estive presente nesse sítio. Bem, vou deixar entõa o poema abaixo:




Wandering the woods in a life-seeking quest
I met life, death, and their reasons
I was allowed to enter fate's sacred nest
And witness its true essence floating in the seasons

From the planet, from the very essence of life
I can hear loud cries, filled with sorrows and souls
They cry for help, for protection from sin's knife
Not even sin's veil can cover their deep howls

Once again, the sword is placed in my hands
But this time I can read the inscriptions
I see in it the power to cut through the darkest lands
And I can feel what power allows it to pierce the flesh of demons

Cover me in your green cloak
Shielding me from the evil arrows
And with this sword made of pure oak
I shall shield the pure ones from all sorrows

Dark clouds threaten us, gathering around
But I sense Nature's voice flowing in me
And this time no pure blood will stain the ground
Until my blood has filled the sea

The woods echo an oath of protection
Screamed from the depths of my soul
The pure ones shall be saved from the illusion
Where humans built their source of hell

Let Nature's voice flow within my blood
Let every single soul unite
Give me the strenght to protect Her purest breed
And pierce sin's veil with Her guiding light