quarta-feira, janeiro 25, 2006

Trials of the spirit


Conforme prometido, trago aqui o último (ou o primeiro, pela ordem em que foram feitos) poema feito este fim de semana em Amarante. Eu costumo dizer que a evolução de uma pessoa é como passar de um continente para outro muito mais agradável pra nós, mas a ponte entre esses dois continentes está coberta de espinhos. Bem, este poema é uma mensagem para aqueles que não alcançam esses continentes com medo dos espinhos. Para aqueles que não libertam ou não seguem o próprio espírito com medo da opinião alheia (e lembro que se não seguirmos o nosso espírito nunca os nossos amigos serão os amigos do nosso espírito porque não é essa entidade que eles conhecem mas outra, devemos seguir o nosso espírito na totalidade, só assim viveremos a realidade e só assim as pessoas poderão realmente ser verdadeiras connosco), e já agora a opinião alheia é algo que não conta absolutamente para nada, porque se alguém nos julgar mal pelas nossas atitudes é só mais uma prova que essa pessoa não é compatível connosco, porque lembrem-se que enquanto não prejudicarmos ninguém, ninguém tem o direito de criticar a nossa atitude por menos que se identifique com ela, mas continuando, é também para aqueles que têm medo de alcançar um objectivo porque sabem que podem ou que vão sofrer pelo caminho, este poema é uma mensagem para todos esses (baseada na minha própria história, de alguém que já percorreu a ponte de espinhos e já alcançou o continente do outro lado e que muito agradece por isso). Quanto à imagem, é novamente deste fim de semana em Amarante mas também tem a ver com o poema de uma certa maneira, principalmente pela barreira de nevoeiro que separa a floresta das montanhas que estão no horizonte. Mas o testamento já vai longo e aqui vai o poema:





There is no moon without night
Still we can see it getting bright
And when the moon takes over
Night's demons lose their cover

Our destiny walks a foggy path
Our spirit walks a moonlit path
And if we're afraid of the darkness
Our spirit falls into nothingness

Darkness, cold, pain
Three trials hard to sustain
But they open our spirit's door
To a life we've never lived before

I walked the path where spirits fell
The one that seems like endless hell
But got the best reward of all
A deeper spirit I can call

For all those who can gaze the light
Even if you can't sens it's might
Don't fear the path of painful darkness
Don't let your soul rot into nothingness

segunda-feira, janeiro 23, 2006

Demons Of The Ice


Bem, conforme prometi, aqui está o segundo poema que escrevi dos 3 esritos este fim de semana em Amarante. Este não está tão bom como o anterior para mim até porque foi escrito dentro de casa e não naquele sitio único. Bem, o meu último poema antes desse mesmo fim de semana tem um nome parecido mas se virmos bem são dirigidos a "alvos" parecidos mas por motivos ligeiramente diferentes (daí o nome também ser ligeiramente diferente). Quanto à foto, estava indeciso entre meter outra deste fim de semana ou uma que tivesse a ver com o poema. Resolvi o problema com uma imagem deste fim de semana mas modificada pra ter a ver com o poema :D.
Mas quebre-se o suspense:





Those who take shelter in ice
Our fire will burn their cover
you had your own time to rise
That same time will soon be over

You drag your victims into icy waters
Frozen too deep to flow
But the time is ticking for you sinners
You'll soon receive the final blow

I swore from the beggining I would never fall
And I never did
No matter how much the corpses call
I'm not afraid to bleed

You couldn't kill the knight of death
And you'll never kill the knight of life
You'll soon be pierced by the truth
Painful as the sharpest knife

You are powerless as you are soulless
And very soon you will pay the price
You'll be forgotten into nothingness
Demonic creatures of the ice

domingo, janeiro 22, 2006

Lifestream


É verdade, ca estou eu vindo da grandiosa terra de Amarante (ou das grandiosas zonas florestais que a rodeiam). Trouxe 3 "produtos literários" de lá mas dentro desses 3 um deles é especial e é esse que vos vou trazer primeiro, até porque esse tem uma coisa muito especial (tem muitas até), o facto de, segundo o que eu considero, não ter sido feito por mim, mas por todas as entidades que me rodearam naqueles precisos momentos, aliás, o poema é precisamente essa união projectada para o papel. Foram grandes momentos mesmo, eu procurava um verso, o vento trazia-mo, tentava produzir outro e a paisagem transmitia-mo dirctamente ao espírito, foram momentos únicos que eu gostava de ter oportunidade de repetir mais vezes. Esse foi também o último dos 3 poemas que escrevi lá, escrevi-o hoje de manhã, e (como já disse) foi também pra mim o melhor. Se tudo correr como planeado, amanhã e depois vou deixar aqui os outros dois (por ordem decrescente de qualidade na minha opinião). Quanto à imagem, desta vez não tem a ver com o título do poema ou com o poema em si, mas foi uma maneira de eu me "exprimir por foto", acho que representa bem o que me ía por dentro na altura (e o poema também) e foi tirada logo a seguir a eu ter acabado o poema e no sitio onde o escrevi(ainda com o bloco e a caneta na mão, que faz parte da expressividade que quis dar à foto também). A propósito, o título "Lifestream" tem inevitavelmente influências da mesma expressão usada no Final Fantasy VII mas foi exactamente a analogia mais adequada para exprimir aquilo que quis representar no poema. E pra quem não conhecer o sentido do termo original, dá pra perceber muito bem na mesma. Mas quebre-se o suspense e aqui vai:




Feel the empathy around
With the trees and the elements
And let your soul be bound
With each one of their spirits

Every creature, plant or stone
Tells you a story, a dream
Just like in every single bone
Where you can feel the lifestream

Look beyond the leaves
Listen to the wind
And deep into the woods
Your spirit you shall send

Your body shows the life rivers in it
If someone cuts it with a knife
But only deep within the spirit
You find the real rivers of life

That same life within your soul
Flows in every single being
The one from the body is the tool
To keep the one in your soul living

Feel the spirit of the Nature
Let it inside your own
And then if your soul is pure
In darkness you will never drown

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Purificação de Espírito


Podemos considerar isto como uma espécie de purificação de espírito (que todos nós devíamos fazer de vez em quando) ou simplesmente uma busca de inspiração, o que é certo é que eu estou mesmo a precisar disto, mas resumindo, este fim de semana lá vou eu para a purificante terra de Amarante. Em princípio desta vez vou sozinho, se aquela casa pregar as partidas do costume vou apanhar cada susto que até vou andar de lado :D, mas de qualquer maneira, eu lá nunca estou sozinho, tenho sempre a Natureza em grande força à minha volta, isto se me vir forçado a falar no plano físico também, porque nos restantes (que são os que realmente interessam), ninguém está sozinho desde que tenha espírito. Quanto à foto, é precisamente da tal casa de Amarante, tirada nas férias do Verão de 2004, ainda a minha alma não era um décimo do que é hoje (mas já bem forte na altura :D). E voltarei mais tarde a falar nesse assunto, porque não poderia deixar um post hoje sem mencionar que hoje é o dia de anos de uma grande amiga minha chamada Inês que muito me ajudou nestes últimos tempos da minha vida e muito contribuiu também para essa tal evolução minha nos últimos meses. Bem Inês, quero deixar-te aqui os parabéns e aproveitar para agradecer a grande ajuda que me tens dado nestes últimos tempos, porque na verdade foste a única pessoa que suportou directamente o sofrimento que eu tive naquela dolorosa época, um sofrimento que não tinha absolutamente nada a ver contigo e esse facto lembrou-me o porquê de eu afirmar que posso finalmente dizer que estou entre seres humanos. Outra coisa que te quero agradecer é o facto de teres sido um dos factores mais importantes nessa evolução da minha alma, não só por me teres mostrado música de jeito (e tu sabes a influência que isso teve) mas também porque embora seja verdade que eu agora estou entre gente que recebeu e recebe de bom grado a minha alma (ao contrário da maior parte daqueles com quem eu tinha estado nos 7 anos anteriores), tu foste a única que "puxou" por ela, e a evolução da minha alma não vem própriamente por ela ter sido aceite mas precisamente "puxada". Por último, foste também a pessoa que (indirectamente) me mostrou que o mundo que eu imaginava quando estive no "inferno" realmente existia e não era apenas a invenção de um maluco, neste caso eu, o que foi um dos factores que mais me levou a libertar-me. No outro dia falei-te da influência dos nossos actos naqueles que nos rodeiam e salientei sobretudo a influência que os nossos actos menos pensados podem ter pela negativa, mas acho que tu mereces saber como tens influenciado quem te rodeia (e pelo que eu tenho visto por aí, não sou apenas eu) muito positivamente, e eu sei muito bem que pra se ter amigos assim neste mundo hoje em dia não é própriamente fácil. No fundo, quero agradecer-te por tudo o que tens feito pela minha vida e deixar neste dia esta pequena homenagem, e esperar que daqui a 1 ano eu possa estar aqui a dizer as mesmas coisas de ti ou até melhor, porque como já deu pra ver, estamos sempre a evoluir.
Ok, está aqui um testamento enorme, mas é por duas boas causas, e infelizmente as duas a extinguirem-se aos poucos, tanto o planeta como bons amigos neste mundo.

segunda-feira, janeiro 16, 2006

Demons Of The Night


Pelos vistos agora é um poema a cada 6 dias, e agora ca está outro a exprimir um sentimento que se tem aglomerado aqui dentor mas que hoje devido a vários factores também explodiu completamente e deu origem a este poema que trago hoje. É também se não me engano o meu maior. Estando o discurso feito :D, aqui vai:




Demons of the night
You insist on running from the light
You close your eyes before salvation
You lock yourselves inside perdition

Your death wish shall be attended
Your puny prayers shall be ignored
The undead cannot be healed
Their only fate is to be killed

Conspiring to bring death upon us
But fated to fall before us
You who worship the physical plain
You shall know the true meaning of pain

Empty demons with a doomed future
Searching the world with the eye of the vulture
Feasting on the blood of the weakened
You'll soon be violently defeated

Preachers of the soulless silence
You shall taste our yelling violence
Drunk with your own putrid blood
Soon to squash under my stud

Bringing yourselves into your doom
Dancing in the gardens of gloom
Enjoy your artificial night
Until you suffer Nature's might

Your useless quest for false happiness
Common in all of you soulless
Is coming to an end in the most violent way
And the date is not that far away

terça-feira, janeiro 10, 2006

Final Smite


É verdade, isto está a melhorar um bocadinho. Nem uma semana passou desde o meu último poema e já tenho aqui outro. Este acho que até saíu muito bem, e já está mais próximo daquilo que se costuma ver por aqui. Bem, de qualquer maneira, ca vai ele:




Decievers from darkness
Guardians of deafness
You who challenge the light
You shall get a taste of my spite

Walking blindly towards your death
Wandering the villages while burning faith
Unaware of the eternal eye of the light
Defenselessly waiting for the final smite

You enjoy yourselves decieving the light
Thinking you can hide the world from it's sight
Well, your journey will soon have an end
In my realm of light with no minds to bend

My soon to come realm of light
The realm of resistance and might
Soon to end you puny weaklings
Empty bodies with no feelings

Who will you decieve under our eternal siege
Where will you hide when I destroy the bridge
That leads to your false salvation
In your realm of soul destruction

Your destiny is being sealed
As your face is being revealed
Get ready to feel the final smite
As you can no longer hide from the light

quarta-feira, janeiro 04, 2006

Pulse of Life


Bem, desta vez trago comigo um poema um pouco diferente do costume, mas pronto, foi o que me saíu da alma e eu não questiono as palavras proferidas pela minha alma. Desta vez não se pode dizer que tenha havido uma razão muito específica para o ter escrito, é mais o acumular da inspiração de vários dias. Mas de qualquer maneira aqui vai:




The pulse of life
Straying from its path
Unstable as the planet
Leaving fragments of existance

Fragments bound to the wind
They come and they vanish
Leaving the scent of life
But stray and doomed

Let me feel your pulse
Unite the fragile fragments
Return the pulse of life to it's path
May it flow through our empty hearts

Restore the beating to the pulse
That awakened life itself
Restore the light that led our armies
Through growing demon hordes

Bring to me your pulse
The pulse of life
Show me the life inside the dead
And lend me the power to face death itself

Pulse of life
Artery of the planet
River of the spirits
Come to me once again